O Mahout existe para ocupar esse intervalo. É onde o método sai do papel e vira o que você faz hoje, às três da tarde, quando a vontade aparecer.
No instante em que você confirma que parou, o relógio começa a correr: dias, horas e minutos sem fumar, quantos cigarros você deixou de fumar e quanto dinheiro voltou para o seu bolso. Atualizado em tempo real, calculado sobre o seu consumo real.
Parece detalhe, mas não é. Nos primeiros dias, quando ainda não há nenhuma melhora perceptível no corpo, esse número é a única prova concreta de que alguma coisa está acontecendo.
Existe um botão para registrá-la. O contador pausa, o processo continua, e o acompanhamento se intensifica exatamente nesse ponto — porque é aí que quase todo programa desaparece e deixa a pessoa sozinha com a culpa.
O programa não entrega tudo de uma vez nem deixa você sem saber o que fazer. Cada etapa abre em uma data calculada a partir do seu Dia D — a preparação antes, o manejo depois, a manutenção nos meses seguintes.
Os instrumentos são aplicados dentro do aplicativo, com resultado calculado na hora e disponível para a equipe clínica que acompanha você. É o que define se a parada será abrupta ou gradual, se há indicação de apoio farmacológico e com que intensidade o acompanhamento precisa acontecer.
Quem nunca fumou não entende, e quem fuma não ajuda. A comunidade do Mahout resolve isso: pessoas no mesmo processo, em estágios diferentes, dividindo o que funcionou e pedindo socorro num dia ruim sem precisar explicar o óbvio.
Nada aqui é enfeite. Cada mecânica existe para transformar em hábito exatamente aquilo que o método exige.
Você evolui cumprindo etapas e diagnósticos. Nos níveis mais altos não existe desafio individual: manter-se no topo depende de ajudar quem está começando.
Cada pessoa recebe um saldo que só pode ser doado. Ao doar, vira moeda real para quem recebeu — reconhecimento que custa alguma coisa a quem dá e vale alguma coisa a quem recebe.
Marcos reais do processo ficam visíveis no perfil: a decisão de parar, os primeiros dias, os diagnósticos concluídos, cada mês completo.
Ver o próprio avanço é um dos fatores mais consistentes de manutenção de qualquer mudança de comportamento. O app existe para tornar esse avanço impossível de ignorar.
Para dúvidas sobre sintomas, efeito de medicação e dificuldades do processo. Interromper o tratamento no primeiro incômodo é a principal causa de falha terapêutica — e este canal existe justamente para evitar isso.
Organizado em módulos, no formato de uma plataforma de streaming. Você assiste no seu ritmo e revê a aula certa no dia em que ela faz falta.
Avisos de etapa liberada, conquista desbloqueada e interações da comunidade, para que cada coisa aconteça no dia em que ainda importa.
Funciona no navegador de qualquer aparelho. Você recebe o link, cria a conta e começa — e pode adicionar o atalho à tela inicial do celular se quiser.
Comece entendendo o método pela própria autora, na aula gratuita de 29 de agosto.