Pneumologista. Doutora em Pneumologia. Mais de doze anos perguntando, paciente após paciente, por que as pessoas não conseguem parar de fumar — e o que muda quando elas finalmente conseguem.
Tudo o que o Mahout faz hoje nasceu do consultório e do ambulatório — de milhares de horas ouvindo pessoas explicarem, com constrangimento, por que tinham falhado de novo.
Pneumologista do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, onde acompanha pacientes em processo de cessação do tabagismo.
Doutorado em Pneumologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), com registro de qualificação de especialista em Pneumologia.
Pesquisadora nas áreas respiratórias de tabagismo, doença pulmonar obstrutiva crônica e reabilitação pulmonar.
Criadora da metodologia Mentalidade de Não Fumante, programa de cessação do tabagismo integralmente baseado em evidência científica.
Há um padrão que se repete no consultório de quem trata tabagismo: o paciente entra se desculpando. Pede desculpa por ainda estar fumando, por ter falhado de novo, por “não ter força de vontade”. Muitos deles são médicos, professores, engenheiros — pessoas que dominam assuntos complexos e que, nesse assunto específico, se consideram fracassadas.
Depois de ouvir isso centenas de vezes, ficou evidente que o problema não estava na vontade de ninguém. Estava no que se oferecia a essas pessoas. A orientação padrão é “pare de fumar”, como se a decisão bastasse. Mas a decisão é tomada pela parte racional do cérebro, e o cigarro está instalado na parte automática. Entre uma coisa e outra existe um vão que nenhuma consulta de quinze minutos atravessa.
O método MNF nasceu de mapear esse vão com precisão: identificar exatamente onde cada tentativa desmoronava, e construir o que precisava existir entre uma consulta e outra para que o resultado se sustentasse.
“Parar de fumar não é uma questão de vontade. É uma questão de método.”
Dra. Josiane MarchioroUma consulta acontece a cada poucas semanas. A fissura acontece várias vezes ao dia, e quase sempre longe de qualquer profissional de saúde. Entre um encontro e outro, o paciente ficava sozinho justamente nos momentos em que mais precisava de apoio.
O Mahout foi construído para ocupar esse espaço: levar o mesmo roteiro clínico para dentro do celular, com etapas liberadas no tempo certo, instrumentos que ajustam a estratégia, uma comunidade que sustenta nos dias ruins e um canal direto com a equipe de saúde.
Parar de fumar mexe com mais coisas do que o pulmão. Duas frentes que aparecem em praticamente todo processo — a ansiedade e o medo de engordar — são conduzidas por especialistas convidadas.
Educadora física e ex-integrante da Equipe Olímpica Brasileira de Ginástica Rítmica. Conduz os exercícios de alongamento e respiração usados no manejo da ansiedade durante a abstinência.
Médica endocrinologista e doutora em Endocrinologia pela USP-SP. Responsável pela frente que trata do ganho de peso ao parar de fumar — uma das maiores razões pelas quais as pessoas adiam a decisão.
“Fumei por 45 anos. Quarenta e cinco. Todo mundo já tinha desistido de mim, inclusive eu mesma. Quando parei, minha filha chorou de alegria.”
M. C. S. Aposentada · 45 anos fumando“Sou médico. Sabia de todos os malefícios e não conseguia parar. Me sentia um hipócrita. Entendi o que estava acontecendo dentro do meu próprio cérebro — e aí mudou.”
Dr. R. M. Médico · 14 anos fumando“Tentei parar sete vezes antes. Adesivo, remédio, acupuntura. Nada. Pela primeira vez eu soube exatamente o que estava enfrentando.”
L. F. Engenheiro · 7 tentativas anterioresNo dia 29 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Fumo, a Dra. Josiane apresenta tudo ao vivo, do começo ao fim, sem custo.