Programa corporativo de cessação do tabagismo com método clínico, conduzido por médica pneumologista, aplicado em turmas de colaboradores e acompanhado por indicadores.
O colaborador que fuma adoece mais, falta mais, se afasta por períodos mais longos e rende menos nos dias em que está presente. Nada disso aparece como uma linha no orçamento chamada “tabagismo”: aparece diluído em absenteísmo, em sinistralidade do plano de saúde, em substituição de pessoal e em produtividade que ninguém consegue explicar.
Há ainda o que não é econômico: em ambientes com risco de incêndio, produtos inflamáveis ou espaços confinados, o cigarro é um risco operacional direto. E, do ponto de vista do trabalhador, o tabagismo agrava praticamente toda condição respiratória e cardiovascular relacionada à ocupação.
Nenhuma norma obriga a empresa a oferecer tratamento para cessação do tabagismo. Mas várias delas (NR-1, NR-7, CLT e a Lei Antifumo) colocam a saúde do trabalhador, a gestão de riscos e a proibição do fumo em ambientes fechados sob responsabilidade direta do empregador, e um programa estruturado é a forma mais concreta de responder a esse conjunto.
Do lado do colaborador, isso não é fiscalização. O programa é ofertado como benefício voluntário de saúde: quem quiser participa, quem não quiser não sofre consequência alguma, e a empresa nunca recebe informação clínica individual.
Encontro de abertura com a médica, aberto a todos os colaboradores, inclusive aos que ainda não decidiram parar. É o que converte interesse difuso em adesão real.
Instrumentos validados aplicados pelo app: grau de dependência à nicotina, carga tabágica, rastreio de ansiedade e depressão e histórico respiratório.
Avaliação individual com médico do programa, definição da estratégia de parada e, quando indicada, da farmacoterapia.
Etapas no tempo certo até a data de parada e depois dela: gatilhos, preparação, manejo da abstinência e ferramentas para a fissura.
Grupo fechado entre colegas no mesmo processo. O efeito de pares é um dos fatores mais consistentes de sustentação da abstinência.
Indicadores agregados e anonimizados de adesão, evolução e taxa de cessação, no formato adequado para compor o PCMSO e relatórios de saúde e ESG.
Entendemos o perfil da empresa, o número estimado de fumantes, os riscos do ambiente e o que já existe de saúde ocupacional. Sem custo e sem compromisso.
Tamanho, calendário, formato da aula inaugural e comunicação interna. O sigilo da adesão é combinado nesta etapa.
Aula de abertura, diagnósticos, consultas e a trilha diária no aplicativo, com suporte clínico disponível durante todo o período.
Fechamento com indicadores agregados, leitura dos resultados junto ao RH e ao SESMT e definição da próxima turma.
Dado de saúde é dado pessoal sensível. A arquitetura do programa parte disso, e não é um detalhe jurídico: é o que faz o colaborador confiar e efetivamente aderir.
Ainda não há contratação automatizada. O primeiro passo é uma conversa de diagnóstico, sem custo.
Caminho mais rápido. Diga o nome da empresa, o número aproximado de colaboradores e o setor de atuação.
Abrir conversa →Para solicitar apresentação institucional, proposta formal ou material para avaliação interna.
contato@mahout.com.brUma forma de baixo compromisso de testar o interesse interno: divulgue a live gratuita da sexta, 30/10, às 20h30 aos colaboradores e observe a adesão espontânea antes de decidir sobre o programa. Página da live →
Nenhum outro fator de risco tão prevalente tem tratamento tão bem estabelecido. Vamos conversar sobre a sua realidade.
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